• Zonas de Interesse Turístico

    Qualquer região ou área do território nacional, livre ou ocupada, pode ser declarada zona de interesse turístico se possuir características relevantes, nomeadamente, recursos naturais, histórico-culturais capazes de originar correntes de turistas nacionais, regionais e internacionais e cuja dinâmica económica assenta no desenvolvimento da actividade turística como actividade principal, bem como outras áreas que, embora não possuindo recursos naturais e historico-culturais, todavia, tenham potencialidades para o desenvolvimento da actividade turística como actividade principal. // leia mais

  • Mocambique e Angola entre países africanos mais interessantes para investir

    (Lusa) - Angola e Moçambique figuram entre os países africanos com maior interesse para investimentos na área do imobiliário, segundo um estudo da empresa Worx, enviado à Lusa.
    Quanto a Moçambique, verifica-se "um crescimento acentuado na construção de novos edifícios que têm vindo a ser ocupados por empresas moçambicanas e, essencialmente, internacionais que procuram espaços de qualidade".
    No segmento industrial, o mercado de Maputo "está bastante 'misturado', com diversos espaços localizados nas zonas residenciais no limite das áreas da cidade", e ainda com a maioria dos espaços industriais recentemente construídos a serem ocupados pelos proprietários.

  • Região de Crussi pode ser Zona Franca

    Localizada na periferia da chamada zona económica especial, a 45 minutos do Aeroporto Internacional de Nacala (actualmente em construção), o Ministério do Turismo acha que tal “privilégio” representa uma mais-valia para que a região seja integrada na Zona Económica Especial de Nacala ou então declarada, em separado, como Zona Franca para o desenvolvimento de turismo.

    Para além de Crussi foram identificadas outras potenciais áreas para o desenvolvimento de turismo, como é o caso da Praia Nova, no distrito de Angoche.

    O director provincial do Turismo em Nampula, Agostinho Zacarias, diz que ainda é muito cedo para se falar no “dossier Crussi”, porém corrobora com a ideia de que a região de Crussi poderia ser declarada zona franca para o desenvolvimento de actividades do sector.

  • INVESTIMENTO
    17 mil milhões investimento em Moçambique

    O Centro de Promoção de Investimentos (CPI) de Moçambique espera atrair, ao longo dos próximos três anos, 17 mil milhões de dólares em investimentos, afirmou quinta-feira em Maputo Godinho Alves, director-geral-adjunto do CPI.
    De acordo com a imprensa moçambicana, aquele valor deverá envolver 1 250 projectos em diversos sectores da actividade económica, criando pelo menos mil postos de trabalho.
    No entanto, Godinho Alves adiantou que para se alcançar aquele objectivo será necessário modernizar a legislação sobre investimentos, que precisa de ser adaptada à realidade do país, para melhorar o ambiente de negócios.